Instalação site specific Costura-se para dentro, 2019

Adrianna Eu

Rio de Janeiro – RJ – 1972

Adrianna Eu vive e trabalha no Rio de Janeiro. É formada pela Escola de Artes Visuais EAV – Parque Lage (RJ), onde frequentou cursos de Malu Fatorelli, entre 2003 e 2006; e Filosofia, com Auterives Maciel, no Museu da Republica, entre 2003 e 2007. Desde 2010 frequenta o Grupo Alice de Estudos e Projetos, coordenado por Brígida Baltar e Pedro Varela.

Como nome artístico adotou “Adrianna eu” (nome que a representaria), pensando nisso como um nome-trabalho. Tendo como um de seus temas as relações das pessoas com a própria identidade, foi tomada por um desejo de ter no seu próprio nome uma “provocação” que já considera como um trabalho inicial. Adrianna Eu é um nome-trabalho que pretende provocar no outro um sentimento de reflexão. Com a intenção de gerar um estranhamento e levantar as questões dos limites do próprio eu, para cada lugar que a artista viaja, o pronome “eu”, por não se tratar de um sobrenome, é traduzido para a língua local, possibilitando assim que o processo de estranhamento intencionado se construa.

Dentre suas principais exposições individuais estão: “O mergulho de Narciso” (2015), na Luciana Caravello Arte Contemporânea; “O mais profundo pensamento é um coração batendo” (2014), na Casa Porto, no Rio de Janeiro; “Trabalhos recentes” (2005), no Paço Imperial, no Rio de Janeiro, entre outras.

Dentre suas exposições coletivas, destacam-se: “Lacunas preenchidas – As 7 Cornellys” (2019), na Villa Aymoré, no Rio de Janeiro; “De sangue e ossos” (2018), “Transformação” (2018), na Casa Firjan, no Rio de Janeiro; “Manjar: amar em liberdade” (2018), no Solar dos Abacaxis, no Rio de Janeiro; Trio Bienal (2017), no Rio de Janeiro; “Aquilo que nos une” (2017), na Caixa Cultural, em São Paulo; “In Memoriam”, na Caixa Cultural, Rio de Janeiro; “Aquilo que nos une” (2016), na Caixa Cultural, Rio de Janeiro.

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