O inconformado, 1987 – tinta acrílica e tinta metálica sobre lona

Leonilson: arquivo e memória vivos

Uma pintura com desenho de um peixe, datada de 1971, é o mais antigo trabalho de Leonilson de que se tem notícia. Essa acrílica sobre tela, produzida aos 14 anos e parte do acervo familiar, antecipava um dos signos iconográficos recorrentes em sua obra: o peixe. Demais símbolos que fizeram parte do universo mítico do artista surgiriam adiante, como a escada, as formas espirais, os números, o relógio, o avião, o livro, o coração, a bússola, a ampulheta, entre tantos outros. Trabalhos inéditos como esta primeira pintura, além de diversas obras menos conhecidas de coleções particulares, integram a retrospectiva Leonilson: arquivo e memória vivos, em exibição no Centro Cultural da Fiesp, em São Paulo, até 19 de maio.

Resultado de intensa pesquisa para a realização do catálogo raisonné do artista, publicado em 2017, a seleção de 120 obras da mostra, entre desenho, pintura, tecidos bordados e instalação, apresenta recorte curatorial definido a partir de três núcleos cronológicos independentes. O início da carreira, os anos 1980 e a dramática fase final de sua obra, entre fim da década de 1980 e 1993, ano de sua morte.

Leonilson: arquivo e memória vivos

Curadoria de Ricardo Resende
Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp
Av. Paulista, 1313 – São Paulo
De terça a sábado, das 10h às 22h
Domingos, das 10h às 20h
Até 19 de maio
Entrada gratuita
Classificação livre

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